Este parecer analisa os aspectos éticos, legais e técnicos da intervenção psicológica à distância com adolescentes, no enquadramento da prática profissional dos psicólogos. São abordadas questões relacionadas com a saúde psicológica juvenil, o agravamento recente de indicadores de mal-estar e os desafios específicos deste tipo de intervenção, como a privacidade, o consentimento informado e a adequação do contexto. O documento clarifica orientações relativas à idade mínima, ao papel dos progenitores e à autonomia do adolescente, articulando referências legais e deontológicas com as recomendações práticas aplicáveis a este modelo de prestação de cuidados psicológicos.
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